
UMA MARCA ADEGA DE REDONDO, IMPORTADA E DISTRIBUÍDA EXCLUSIVAMENTE POR VINÍCOLA BASSO.


trazendo ao Brasil vinhos com o sabor do Alentejo.

Vinho Tinto
A grande escolha da Porta da
Ravessa é um blend de uvas tintas,
com cor muito intensa e profunda,
aroma com notas de frutas negras
e uvas maduras bem integradas
com nuances de barrica. Na boca
apresenta-se denso, profundo e
estruturado, com um final de grande
persistência que lhe confere um
perfil distinto e cheio de carácter.
Grande Escolha
Reserva
Special Edition
DOC Alentejo


35 anos de sucesso
70 milhões de garrafas vendidas na última década
TOP 3 em volume no varejo em Portugal
Desde 1990 a Porta da Ravessa é referência quando se fala em vinhos do Alentejo. Primeira escolha de inúmeros apreciadores, irrepreensível qualidade, genuinidade e versatilidade.
São vinhos para todos os momentos, vinhos para compartilhar, vinhos com sabor do Alentejo.

No século XIX, com o surgimento devastador do oídio, míldio e da filoxera, os viticultores viram-se forçados a adaptar-se, recorrendo à consociação entre vinhas e olivais como forma de subsistência. Já no século XX, a criação das adegas cooperativas trouxe um novo fôlego ao setor, impulsionando o renascimento da cultura da vinha e do vinho. É nesse contexto que nasce a Adega Cooperativa de Redondo (AcR), fundada em 1956.
Com o potencial vitivinícola do Alentejo plenamente reconhecido na década de 1980, a adega iniciou um período de forte crescimento, refletido tanto no aumento da produção quanto na modernização das suas infraestruturas.
Hoje, a AcR é um dos maiores produtores de vinho da região do Alentejo, reunindo cerca de 200 viticultores — ou seja, aproximadamente 75% da sub-região de Redondo.
Com quase 70 anos de história, a Adega Cooperativa de Redondo é um exemplo notável de sucesso no panorama vitivinícola português. Produz, em média, 11 milhões de garrafas por ano, todas com o selo de qualidade de uma equipe de enologia altamente dedicada, liderada, nos últimos anos, por Mariana Cavaca. A adega tem ainda uma impressionante capacidade de transformação, superior a 15 milhões de quilos de uvas por vindima.
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O MONUMENTO
A Porta da Ravessa, situada ao norte do antigo recinto amuralhado, é também conhecida como Porta do Sol. Era um ponto estratégico de proteção do eixo viário que ligava Évora a Badajoz. Pelo seu enquadramento urbano, do qual é peça central, ali se concentrava a estrutura administrativa da vila — evidência ainda visível nas marcas da vara e do côvado, que contribuíram para a importância histórica deste monumento.
Originalmente, a Porta fazia parte da linha de defesa das fronteiras de Portugal, num sistema complexo que incluía os castelos de Estremoz, Monsaraz e Portel. O Castelo de Redondo, nesse contexto, apresenta uma estrutura espacial simples, que favoreceu a integração do núcleo urbano mais antigo da vila.
Tendo integrado o conjunto de fortalezas recuperadas pelo rei Dom Dinis no século XIV, o castelo provavelmente tem origens muito anteriores, remontando ao período do domínio muçulmano — e talvez até a uma estrutura defensiva de origem romana, mais rudimentar.
A VARA E O CÔVADO
A muralha preserva duas portas torreadas com arcos góticos. A nordeste, encontra-se a Porta da Ravessa — ou do Sol — onde ainda se pode observar a marca oficial da vara e do côvado, medidas às quais os industriais do pano deviam obedecer nas feiras e mercados.
A sudoeste está a Porta do Postigo, ampliada no período manuelino com um novo arco de alvenaria de volta perfeita, decorado com o brasão de armas do então donatário da vila, D. Vasco Coutinho.
O côvado era uma unidade de medida de comprimento baseada na distância entre o cotovelo e a ponta do dedo médio. A vara, por sua vez, já era utilizada no Império Romano — conhecida como pertica — e correspondia a três palmos, o que equivale a cerca de 66 cm.







